REDUZA A MENSALIDADE DO SEU PLANO DE SAÚDE!

Pare de sofrer com aumentos desproporcionais.
Faça valer o seu direito de seguir os limites justos de reajuste da ANS.

O seu plano se encaixa nestes 3 requisitos?

Possui CNPJ

O plano foi contratado via MEI ou Pequena Empresa

Poucas Vidas

Cobre apenas você, seus familiares ou poucos funcionários (menos de 30 pessoas no total).

Aumento Abusivo

Os reajustes anuais vieram muito acima do índice da ANS, pesando no orçamento familiar.

Quem vai defender o seu direito

Dr. Túlio Miranda Santos Souza Especialista em Direito Médico, da Saúde e Bioética pela Faculdade Baiana de Direito.

Nosso escritório atua de forma combativa e humanizada para impedir que os abusos das operadoras de saúde prejudiquem o seu acesso à assistência médica e o orçamento da sua família.

O que estamos alcançando na Justiça para nossos clientes:

Redução Imediata

Mensalidades reajustadas para os limites justos ditados pela ANS (em média 6,91%), parando a sangria financeira.

Restituição de Valores

A Justiça tem determinado a devolução de tudo o que a operadora cobrou a mais de você nos últimos 3 anos.

Proteção Total

Garantia de manutenção do contrato. O juiz proíbe a operadora de cancelar ou suspender o seu plano como retaliação.

Dúvidas Frequentes:

Se eu processar, o plano de saúde pode me cancelar como vingança?

Não. A Justiça é muito rigorosa quanto a isso. Em nossas ações, solicitamos uma medida protetiva que proíbe expressamente a operadora de cancelar, suspender ou negar qualquer atendimento a você e sua família por conta do processo.

Não é preciso esperar o fim do processo. Nós entramos com um pedido de Liminar (Tutela de Urgência). Sendo deferido pelo juiz, a operadora é obrigada a reduzir o valor já para os próximos boletos, logo no início da ação.

Sim! Esse é o cerne da tese do “Falso Coletivo”. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entende que contratos com poucas vidas (como familiares em um CNPJ) não têm poder de barganha. Por isso, eles devem seguir os limites de proteção da ANS, e não os aumentos abusivos impostos pelas operadoras.